O mundo do grafite oferece uma visão exclusiva da própria essência do grafite e da explosão criativa que caracterizou os últimos trinta e cinco anos e nos conduz numa aventura vertiginosa pelos Estados Unidos, pela Europa, pelo Brasil e por quase todos os cantos do globo. Apresentando mais de 2.000 imagens de obras de mais de 180 artistas internacionais, Nicholas Ganz combina suas experiências diretas com os depoimentos dos próprios artistas. O resultado é a visão de um verdadeiro conhecedor do assunto sobre as principais tendências e estilos que fazem do grafite o que ele é hoje: um fenômeno global.
Para isso fomos feitos:
Para lembrar e ser lembrados
Para chorar e fazer chorar
Para enterrar os nossos mortos —
Por isso temos braços longos para os adeuses
Mãos para colher o que foi dado
Dedos para cavar a terra.
Assim será nossa vida:
Uma tarde sempre a esquecer
Uma estrela a se apagar na treva
Um caminho entre dois túmulos —
Por isso precisamos velar
Falar baixo, pisar leve, ver
A noite dormir em silêncio.
Não há muito o que dizer:
Uma canção sobre um berço
Um verso, talvez de amor
Uma prece por quem se vai —
Mas que essa hora não esqueça
E por ela os nossos corações
Se deixem, graves e simples.
Pois para isso fomos feitos:
Para a esperança no milagre
Para a participação da poesia
Para ver a face da morte —
De repente nunca mais esperaremos…
Hoje a noite é jovem; da morte, apenas
Nascemos, imensamente.
Vinicius de Moraes, poeta e diplomata na linha direta de Xangô. Saravá!
O acima foi foi extraído do livro “Antologia Poética”, Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1960, pág. 147.
Quem ainda não viu o vídeo do jornalista iraquiano arremessando os sapatos no Bush? Parece que essa é a nova febre da internet, além do vídeo, já existem diversos gifs animados e até um jogo.
O vídeo parece até uma peça pronta pro Desencannes. Talvez seja uma boa oportunidade pra se vender sapatos ou fazer virais. Tem até um site promovendo uma campanha para que as pessoas enviem seus sapatos velhos pro Bush.
título: Presente criação: Eduardo Spinelli, Rafael Coutinho e Maurício Jorge direção de criação: Eduardo Spinelli agência: Publicarte Propaganda e Marketing anunciante: Gamaia Esportes mídia: Aniê Neubauer atendimento: Amanda Assunção e Dennis Penna locução: Leandro Souza aprovação: Roberta Maia fotografia: Arnaldo Kikuti edição: Renato Toshizo e Ricardo Perosa animação e finalização: Renato Toshizo e Ricardo Perosa produtora de filme: Madre Studio direção do filme: Rodrigo Gamez
O livro denuncia a existência de uma série de mitos infundados que entram na composição do arraigado preconceito lingüístico que vigora na sociedade brasileira. Desmascarando um por um desses mitos, o autor mostra de que maneira a mídia e a multimídia, na contramão dos estudos científicos atuais sobre a linguagem, estão colaborando para perpetuar e aprofundar esse preconceito. A obra tem sido amplamente adotada em cursos de Letras, Educação e Comunicação de diversas universidades Brasil afora.
Admiro muito as teorias de Marcos Bagno e já postei algo aqui sobre o assunto. Acho que o livro é indispensável pra redatores, e é também uma ótima ferramenta para que o publicitário enterre seu preconceito. Porém, como tudo que apresenta uma nova realidade, recomendo aos iniciantes que apreciem com moderação.
título: A festa de Noel criação: Adriana Alarcon, Danilo Rosas, Gustavo Teixeira, Lucas Oliveira direção de criação: Danilo Rosas agência: Onza DR anunciante: Buriti Shopping mídia: Guilherme Gaspar atendimento: Renata Rosas e André Aquino produtora de filme: R1 Studio